A Deputada Federal por Santa Catarina, Caroline de Toni, não é otimista para o início das obras da ponte sobre o Rio Uruguai, entre Itapiranga e Barra do Guarita. A obra deixou de ser prioridade para este ano em virtude de atraso no projeto técnico.
A parlamentar fala de fatos que mostram uma projeção somente a partir de 2025. Conforme ela, o projeto técnico, que inicialmente ficaria pronto em 2023, deve ser concluído somente no segundo semestre deste ano e por isso inviabilizou o empenho de verbas. A Deputada Federal do PL informou ainda que a rubrica que havia sido incluída para o orçamento de 2024, foi retirada no final do ano passado e com isso não existe qualquer recurso garantido para esta obra no momento.
Caroline de Toni explica que ocorreu um acordo entre os parlamentares de Santa Catarina para retirar o empenho de verba federal, devido ao atraso nos estudos para a construção da ponte. Destaca ainda que existe um acordo para ocorrer novo empenho no final de 2024 e desta forma os recursos seriam liberados a partir do próximo ano.
Conforme manifestação de Caroline de Toni, atualmente não consta no orçamento do governo federal investimentos para esta obra. A deputada observa que sem conclusão do projeto não é possível empenhar valores para a construção da ponte. Segundo a Deputada, já existe uma projeção de investimento para a ponte, com valor de aproximadamente R$ 150 milhões de reais.
Caroline de Toni reconhece que será uma missão bastante difícil por se tratar de um valor bastante elevado. Ela pondera que é preciso o empenho político dos dois estados, além de entidades representativas na busca por recursos do governo federal. Em 2023, a Deputada foi coordenadora do Fórum Parlamentar Catarinense em Brasília, com presença de deputados federais e senadores. Caroline de Toni considera que os recursos serão novamente empenhados para o orçamento de 2025, sem prejuízos para o projeto de construção da ponte.
Para o coordenador do Movimento Pró-ponte, Rodrigo Locatelli, a retirada de emenda que havia sido concedida em favor da construção da ponte por parte da bancada parlamentar de Santa Catarina é motivo de grande preocupação. O prefeito de Barra do Guarita demonstra contrariedade com a postura dos parlamentares catarinenses. Ele comenta que foram realizadas duas reuniões de muitos debates no ano passado e após uma luta árdua, os valores foram empenhados.
Cita ainda envolvimento do Superintendente do DNIT em Santa Catarina, Alysson de Andrade, prefeitos que estiveram em Brasília e diversas lideranças regionais dos dois estados. Locatelli lamenta que o Extremo Oeste de Santa Catarina e Noroeste do Rio Grande do Sul perdem tempo com esta decisão. O coordenador afirma que teve influência do governador Jorginho Mello para a retirada do apoio da bancada catarinense.
Conforme o Prefeito de Barra do Guarita, a retirada da emenda parlamentar pode causar prejuízo para o início das obras da ponte sobre o Rio Uruguai. Segundo Rodrigo Locatelli Tisott, o movimento trabalhava com a possibilidade de realizar a licitação ainda este ano, porém, nas condições atuais, isso não será possível. O coordenador do movimento destaca que o trabalho no momento é para tentar reverter por outras vias e cita que o Movimento Pró-ponte conseguiu incluir a obra no PPA da União para 2025 e também faz parte do novo PAC do governo federal.
Segundo Locatelli, é preciso manter o máximo de empenho e mobilização para evitar ainda mais atrasos neste projeto que está bem encaminhado e que vai proporcionar grandes benefícios aos dois estados.
O coordenador do Movimento Pró-ponte afirma que existe interesse do governo federal em construir a ponte e isso fica claro no aumento de recursos para investimentos em infraestrutura. Rodrigo Locatelli Tisott relata que Santa Catarina recebeu no ano passado mais de um bilhão e 200 milhões de reais para infraestrutura. Também ocorreu aumento de recursos para infraestrutura no Rio Grande do Sul. O prefeito comenta que é preciso manter o empenho das bancadas dos dois estados e lamenta muito esta retirada da rubrica. Locatelli elogia o empenho de entidades representativas como a Assemit, Ameosc e Facisc, além da CACIS, Famurs e Federasul.
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Fonte: Portal Peperi
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