A violência doméstica nem sempre começa com agressões físicas. Muitas vezes, os primeiros sinais aparecem por meio da violência psicológica, que afeta a autoestima, a liberdade e a segurança da mulher. O alerta é do assistente social do CRAS de São José do Cedro, Edson Finger.
Segundo ele, a equipe do Centro de
Referência de Assistência Social desenvolve um trabalho preventivo com
mulheres, famílias, crianças e adolescentes, buscando fortalecer os vínculos
familiares e comunitários e orientar a população sobre a identificação dos
primeiros sinais de violência.
Edson destaca que muitas mulheres
enfrentam dificuldades para pedir ajuda, seja por medo, falta de apoio familiar
ou pela própria situação de dependência em relação ao agressor. Por isso, a
prevenção e o acesso à informação são fundamentais para que a vítima reconheça
a violência e procure proteção antes que a situação se agrave.
O assistente social ressalta que casos
de violência doméstica podem evoluir para consequências extremas, como o
feminicídio, reforçando a importância de buscar ajuda o quanto antes.
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