A gerência regional de Saúde com sede em São Miguel do Oeste divulgou na última semana os dados relativos à campanha de multivacinação que foi realizada entre os dias 14 e 28 de outubro em todo o país, sendo uma ação exclusiva para crianças e adolescentes abaixo dos 15 anos, envolvendo todos os municípios brasileiros.
Conforme a enfermeira e responsável pela imunização no Extremo-Oeste, Dila Possati, nesse ano a campanha teve como proposta o comparecimento dos pais e responsáveis juntamente com seus filhos nas unidades de Saúde e consequentemente nas salas de vacina para a verificação da carteirinha de vacinação, onde nesse procedimento, eram analisadas se os jovens e crianças possuíam todo o esquema vacinal completo e caso algum medicamento estivesse faltando, o quadro de vacina era completado.
De acordo com ela, a avaliação é extremamente positiva, haja visto a expressiva participação no dia D de vacinação que ocorreu no dia 21 de outubro e onde os municípios desenvolveram diversas atividades com várias estratégias visando o maior alcance do público-alvo da campanha.
Ela citou que outro fator importante para o sucesso da ação, foi o tempo bom de sol e calor e principalmente o envolvimento das diversas equipes e setores no decorrer do evento, sendo que, ao todo, mais de 20 mil jovens e crianças compareceram às unidades de Saúde dos municípios pertencentes à regional de Saúde, sendo que, desse total, quase cinco mil de fato receberam algum medicamento, sendo ao todo, 4.873 pessoas, totalizando 23% do público total.
Dila Possati avaliou que os índices mostram que foi preciso vacinar poucos jovens e crianças, haja visto que a maioria estava com a caderneta de vacinação em dia, sendo que, outro ponto positivo foi em relação a procura pela vacina do HPV, que protege contra determinados tipos de câncer, principalmente de colo de útero e sendo importante tanto para meninas quanto para meninos de nove a 14 anos.
Ela disse que o percentual dessa vacina estava baixo e o dia D foi fundamental para recuperar um bom índice, sendo que, a baixa procura ocorria pela resistência dos pais ao medicamento para os filhos por associar à vacina com a questão sexual precoce, fazendo com que não houvesse interesse.
Ela frisou que a questão ginecológica é importante e os pais e responsáveis entenderam isso nesta edição.
A enfermeira orientou que mesmo após o término da campanha, as medicações seguem sendo ofertadas e quem não compareceu às unidades de Saúde podem ainda procurar o atendimento e caso precise, a imunização, sendo importante que os pais, responsáveis e adolescentes e crianças estejam munidos da carteira de vacinação.
Questionada sobre qual a próxima ação do setor de vacinação, Dila Possati pontuou que são duas grandes campanhas realizadas por ano, sendo a contra influenza no mês de abril e a da poliomielite e multivacinação nos meses de agosto e outubro como ocorreu neste ano.
Fonte: Portal Peperi
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