Já está valendo desde o começo deste mês os novos valores praticados pela Casan nos municípios atendidos pela estatal. O reajuste de 16,1% abrange 194 dos 295 municípios catarinenses e é baseado na variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo dos últimos 18 meses, levando em conta dessa forma, o período entre setembro de 2020 e fevereiro deste ano.
Seguindo a alta da inflação, a variação é seis vezes o valor do último reajuste da companhia aplicado em julho do ano passado, que foi de apenas 2,55% e correspondia ao IPCA de agosto de 2019 a agosto de 2020.
O chefe da agência de São Miguel do Oeste, Vitor de Gouveia explicou que o reajuste aplicado no ano passado pela Casan foi bem abaixo da inflação e dos custos de produção e neste ano essa questão foi corrigida. De acordo com ele, como de praxe, os novos valores foram aprovados pelas quatro agências reguladoras e visam amenizar essa defasagem nos preços.
Conforme ele, o custo da empresa apenas com energia elétrica é de 40% e visto os aumentos praticados no período, essa correção nos valores foi necessária. Vitor citou ainda o impacto dos demais reajustes, como por exemplo, de combustíveis e mão de obra que deixaram mais caros os serviços prestados aos consumidores.
Ele declarou que apesar do reajuste de 16,1% em vigor a partir deste mês de julho, o aumento real nas contas dos consumidores deve ser em média de R$ 5 por fatura de água. Apesar dessa projeção, tudo depende de fato de quanto cada unidade consumidora vai gastar por mês.
Vitor lembrou que a Casan não cobra mais aquele faturamento de consumo mínimo de 10 m³ de água, sendo que agora existe a cobrança proporcional e a tarifa fixa, que é o custo fixo para as unidades serem abastecidas. Dessa forma, a tarifa residencial que era de cerca de R$ 30 vai passar para R$ 35,08, ou seja, um aumento de pouco mais de R$ 5 ao consumidor final.
O profissional comentou que além da tarifa fixa cobrada pela Casan, cada m³ de água gasto terá a cobrança de R$ 2,33 para até 10 mil litros de água. Ele disse que antes do reajuste, o valor cobrado era de R$ 2,01 representando um aumento final ao consumidor de R$ 0,32 para cada mil litros de água consumidos.
Ele salientou que 80% dos consumidores gastam em torno de R$ 38 a R$ 40 por mês de água e pela lógica, passarão a pagar em média R$ 46 ao mês. Já onde o gasto médio é entre 11 e 25 m³ ao mês, o valor cobrado será de R$ 10,84 por cada mil litros gastos, representando um aumento de R$ 1,50 para cada m³ gasto.
As residências que gastam entre 26 e 50 m³ de água terão aumento de R$ 2 para cada mil litros de água gastos. Já acima de 50 m³ ao mês o aumento para cada mil litros será de R$ 2,52.
Para as demais categorias, como por exemplo, residencial social, comercial, micro pequenas empresas, indústrias, setores públicos e entidades filantrópicas, os valores são outros, visto o alto índice de consumo nesses locais.
Em relação aos valores cobrados nas residências, o chefe da agência da Casan de São Miguel do Oeste, Vitor de Gouveia frisou ainda que quanto maior for o consumo de água, maior será o impacto no bolso do consumidor.
Fonte: Portal Peperi
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