De acordo com o sargento Milton Wolf, comandante da Polícia Militar de Iporã do Oeste, no município, os casos de perturbação são registrados semanalmente principalmente nos finais de semana.
Ele explica que há duas situações que se caracterizam como perturbação e que estão previstas no código de contravenções penais. A primeira deles é a perturbação da tranquilidade. O sargento esclarece que nesse caso a pessoa tem a intenção de perturbar alguém, de forma proposital. Um exemplo é quando a pessoa solta foguetes para incomodar o vizinho por questões políticas ou de partida de futebol.
Nesse caso, o comandante da PM cita que a pena é prisão de 15 dias a dois meses, ou multa. Normalmente a prisão não ocorre no dia, pois cabe termo circunstanciado e o responsável responde mais tarde no fórum.
O crime mais grave de perturbação é do sossego e trabalho alheios. Nesse caso, o sargento Milton Wolf esclarece que acaba sendo atingida a coletividade, e não apenas uma pessoa em específico.
A perturbação pode ser com gritaria ou algazarra, no exercício de profissão incomoda ou ruidosa, a exemplo do trabalho fora do horário especificado que gere incomodo a terceiros, o abuso de instrumentos sonoros ou sinais acústicos, que é a mais comum em Iporã do Oeste e se caracteriza pelo som alto.
A última situação de perturbação do sossego e trabalho alheios é provocando ou não impedindo a produção de barulho por animais.
Segundo o sargento, a pena para esse tipo de perturbação é prisão de 15 dias a três meses, ou multa, também cabendo termo circunstanciado. Nos dois casos de perturbação, é necessário que ao menos uma vítima faça o comunicado e acione a PM.
Como padrão nestes atendimentos feitos em todo o estado, o comandante da Polícia Militar de Iporã do Oeste explica que inicialmente a PM vai até o local e conversa com o responsável que está causando a perturbação. Se a pessoa se comprometer a parar com o barulho, a guarnição apenas confecciona o boletim de ocorrência e sai do local. Caso a perturbação volte a se repetir, sargento Milton Wolf ressalta que o responsável também se enquadra no crime de desobediência.
Conforme o comandante da PM, quando o responsável pela perturbação é identificado, se possível o objeto que está causando o barulho é recolhido, e o caso é encaminhado ao fórum. Se o autor não é identificado, é feito boletim de ocorrência e o encaminhamento a Polícia Civil para abertura de inquérito e investigaçãodo crime.Fonte: Portal Peperi
Tarifa dos EUA pode atingir 72% das exportações de SC, aponta estudo
Procon de SMO esclarece que não recebe denúncias de violência doméstica
Praça de São José do Cedro recebe melhorias para ampliar lazer e convivência da comunidade
Delegado alerta para sinais de violência contra a mulher e reforça prevenção ao feminicídio
Itapiranga possui sete idosos institucionalizados por abandono e negligência de familiares
Itapiranga terá parcerias na exposição de animais na Efrait
Coordenadora detalha mobilização do Hospital Regional após tragédia na SC-492
São Miguel do Oeste abre chamada pública para contratação temporária de professores
74 municípios de SC têm menos eleitores do que em 2022
Mais de 3 mil imóveis seguem sem energia após temporal no Vale do Itajaí
Brasil registra mais de 27 mil mortes em acidentes de trabalho em dez anos
Turista holandês morre após embarcação virar durante passeio nas Cataratas do Iguaçu