Vice-prefeito relata ações da União Catarinense dos Produtores de Leite

Por Ricardo do Nascimento, Itapiranga

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Vice-prefeito relata ações da União Catarinense dos Produtores de Leite

O vice-prefeito de São João do Oeste, Orlando Royer, aponta benéficos proporcionados pela União Catarinense dos Produtores de Leite. O projeto iniciou em uma reunião realizada no dia 30 de janeiro, na sede da Ameosc, em São Miguel do Oeste. Estiveram presentes prefeitos e vice-prefeitos dos 19 municípios do Extremo Oeste.

Atualmente a União Catarinense dos Produtores de Leite já conta com adesão de 10 associações de municípios. Na semana passada ocorreu reunião em Xanxerê, sede da entidade para definição do estatuto e eleição da primeira diretoria, tendo na presidência Zito Fernando Lunardi.

Conforme o vice-prefeito e Secretário da Agricultura de São João do Oeste, Orlando Royer, a meta é contar com apoio da Epagri, Sebrae, Sindileite e Conseleite para reforçar as reivindicações do setor. O vice-prefeito considera que este é um marco para a produção de leite da região e de Santa Catarina. Os desafios incluem a luta para redução da taxação de impostos sobre os produtos lácteos. Ele observa que países concorrentes oferecem incentivos, que reduzem os custos de produção.

“No Brasil a situação é diferente com aumento de impostos que afetam a margem de lucro dos produtores. A União Catarinense também vai desenvolver campanhas de incentivo ao consumo do leite e derivados, com trabalho para estimular os consumidores” afirma.

Segundo Orlando Royer também é preciso pressionar o governo para impedir o ingresso de leite em pó, de origem de outros países, com baixa qualidade e com preço inferior ao custo de produção no Brasil.

A União Catarinense dos Produtores de Leite busca alternativas para reduzir custo de produção e garantir rentabilidade aos produtores. O momento atual é de estabilidade no preço paço pelo litro do leite possibilitando lucro aos produtores.

O vice-prefeito relata outras preocupações que afetam a cadeia produtiva do leite. Royer cita na carência de mão de obra e a necessidade de concentrar a produção para viabilizar a atividade. Ele chama atenção que o confinamento de animais facilita o trabalho, porém eleva o custo de produção.

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