A retomada do serviço de recolha das carcaças de animais mortos em Santa Catarina foi o assunto da Entrevista do Dia no RPN - Rede Peperi Notícias 1ª edição desta quarta-feira, 08. O serviço foi extinto em 2019, depois que uma empresa do município de Seara que fazia a coleta precisou suspender as atividades por dificuldades financeiras.
De acordo com o presidente da ACCS - Associação Catarinense dos Criadores de Suínos, Losivanio Luiz de Lorenzi, isso gerou muitos transtornos aos produtores que precisaram adotar medidas para a destinação correta dos animais mortos, aumentando também a demanda de trabalho nas propriedades.
Ele enaltece que a retomada deverá ocorrer em até 60 dias, através de uma nova empresa instalada no município de Lajeado Grande, na região de Xanxerê. A capacidade de processamento será de 100 toneladas de carcaças por dia e a recolha abrangerá todo o estado de Santa Catarina.
As carcaças recolhidas e processadas serão transformadas em fertilizante 100% orgânico e em matéria-prima para biocombustíveis. Isso vai gerar receitas para a empresa manter as atividades. De Lorenzi ressalta que a estrutura física e o licenciamento ambiental estão concluídos e a empresa também já adquiriu os caminhões que farão a coleta dos animais mortos nas propriedades.
O presidente da ACCS garante que será dada prioridade para a segurança sanitária, através da definição de um ponto para a coleta na propriedade, sem a necessidade do caminhão entrar no pátio das granjas. Outra novidade é que a solicitação para a coleta será feita pelo próprio produtor, através de um aplicativo para celular desenvolvido pela empresa, inclusive com uso da localização por GPS.
Losivanio Luiz de Lorenzi salienta que a recolha de carcaças não deve onerar significativamente os produtores. De acordo com ele, a retomada do serviço vai eliminar a necessidade dos produtores cortarem os animais mortos para compostagem, o que é considerado um trabalho insalubre para ser feito nas propriedades.
O presidente afirma que a Associação vai trabalhar de forma conjunta para que o custo seja viável para os produtores. O Projeto seguirá o mesmo modelo anterior, porém, com a finalidade de comercializar as matérias orgânicas resultantes da compostagem, visando diminuir os custos aos produtores e garantir a estabilidade financeira da empresa responsável pela coleta.
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Fonte: Portal Peperi
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