O programa Monitor SC, iniciado em 2020, segue em 2024 com esforços renovados para combater a cigarrinha do milho, uma praga que causou perdas significativas na safra de milho em Santa Catarina devido a condições climáticas desfavoráveis. Segundo Célio Mikulski, engenheiro agrônomo e extensionista rural da Gerência de São Miguel do Oeste, a iniciativa envolve a colaboração de entidades públicas e privadas, como Epagri e cooperativas, para monitorar e desenvolver práticas de manejo contra a praga.
Para este ano, 50 lavouras em 50 municípios catarinenses, incluindo seis cidades das regionais de São Miguel do Oeste e Palmitos, serão monitoradas semanalmente. A presença de "milho guacho" é um dos principais desafios no controle da cigarrinha, que sobrevive de uma safra para outra, prejudicando novas plantações. Pequenas propriedades rurais e a falta de sincronização no plantio também dificultam o controle da praga.
Mikulski salienta que os resultados incluem a união de diversas entidades e a produção de boletins semanais que auxiliam os agricultores na tomada de decisões sobre o manejo da cigarrinha. Ele afirma que as recomendações incluem a eliminação do milho guacho, escolha de sementes mais tolerantes e tratamentos químicos e biológicos adequados.
Fonte: Portal Peperi
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