A Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (Dpcami) concluiu nesta quarta-feira, 19, o inquérito policial sobre a morte de uma menina de nove meses, na última sexta-feira, em Xanxerê. O crime foi de tortura qualificada pela morte da criança.
O padrasto da bebê de 9 meses que morreu em Xanxerê, no Oeste catarinense, foi indiciado nesta quarta-feira, 19, pela Polícia Civil por tortura qualificada pelo resultado morte, informou o delegado responsável pelo caso, Daniel Fernandes. A mãe da criança, uma adolescente de 17 anos, vai responder por infração análoga ao crime de tortura.
A bebê e o irmão, de 3 anos, foram encontrados na manhã de sexta-feira com sinais de maus-tratos na casa onde moravam com os suspeitos, no bairro Vila Sésamo. Os bombeiros foram chamados para atender a um caso de bebê com parada respiratória, mas, quando chegaram, a menina estava sem vida. O irmão dela foi levado ao hospital e ficou aos cuidados do Conselho Tutelar.
Além do crime de tortura qualificada, o padrasto, que tem 23 anos, foi indiciado também por tortura no caso do menino de 3 anos. “Isso se verificou porque as crianças teriam passado por intenso sofrimento físico e mental. Caracteriza tortura”, afirmou o delegado.
O suspeito foi preso na tarde de domingo, 16, em Xanxerê. Ele se entregou, acompanhado de um advogado, sendo depois levado ao presídio regional.
A mãe das crianças, por ser menor de idade, teve a internação provisória confirmada ainda na sexta. A jovem está no Centro de Atendimento Socioeducativo (Case), em Florianópolis, única unidade feminina no estado. Ela vai responder por infração análoga à tortura qualificada pelo resultado morte e tortura, esta última para o caso do menino de 3 anos.
Indícios
Os bombeiros que atenderam as crianças relataram ferimentos no corpo da menina, como hematomas, sinais de queimaduras nos pés, mãos e orelhas e afundamento do crânio com sinais de traumatismo cranioencefálico. O irmão dela também tinha indícios de maus-tratos e foi levado ao hospital.
Depois do atendimento, os bombeiros chamaram a Polícia Militar e o Conselho Tutelar. A mãe foi levada à delegacia, onde foi ouvida pelo delegado. Segundo ele, durante o depoimento a adolescente assumiu em alguns momentos ter agredido os filhos, mas em outros, não.
Fonte: Portal Peperi
Iporã Do Oeste sedia 1º Seminário Regional Pró-Leei
Defesa Civil monitora áreas de risco onde vivem cerca de 60 famílias em SMO
Projeto de habitação em Itapiranga não registra empresas interessadas
São Miguel concentra 35 das 43 denúncias eleitorais registradas na AMEOSC
Peperi terá cobertura especial das Eleições 2026 durante todo o domingo
PRF registra apreensão de centenas de quilos de drogas na BR-163
Desfile da Oktoberfest terá mais de 50 entidades neste sábado em Itapiranga
Zona Eleitoral 50 reúne 29,6 mil eleitores em quatro municípios do Extremo-Oeste
AMEOSC tem ao menos 59 eleitores com 100 anos ou mais aptos a votar
Feirinha do Empreendedor estimula aprendizado prático no CIEF de Iporã do Oeste
PM terá até 65 policiais em SMO para reforçar segurança nas eleições
Adolescente de Itapiranga que escreveu capítulo de livro lançado na Bienal relata experiência