Em contato exclusivo com o Portal Peperi, a migueloestina Taisa Regina Stumpf da Silva, de 32 anos, contou como foi a experiencia na China, devido ao Coronavírus. Ela é Doutora em Engenharia Química e foi para a cidade de Shenzhen, na província de Guandong, a trabalho, no mês de outubro de 2019. Taísa ficou no país asiático até janeiro.
A cidade onde Taisa estava tem cerca de 13 milhões de habitantes e fica a mais de 1,2 mil quilômetros de Hubei, província chinesa foco da epidemia. Taisa relatou que em Dezembro já circulavam muitos comentários sobre o novo vírus, mas que não se sabia a extensão ou a gravidade do problema. Como ela não dominava a língua local, teve dificuldades em obter mais informações naquele momento. Taísa se informava a respeito do avanço do vírus por grupos direcionados a estrangeiros ou no trabalho com os colegas.
Em 14 de janeiro, ela e o esposo saíram de férias e viajaram até a Indonésia. Nesse período, não houve nenhuma restrição ou recomendação especial e a viagem foi tranquila. No final das férias, a situação do coronavírus já era de preocupação mundial. A moradora comentou que, antes do retorno para a China, ela e o esposo foram até uma farmácia e compraram máscaras. Ela disse que na volta, dentro do avião, a maioria dos passageiros já usava esse tipo de proteção. Já no aeroporto de Hong Kong havia profissionais medindo a temperatura de todas as pessoas. Os passageiros também tinham que preencher formulários sobre o histórico da viagem.
Na volta para a cidade de Shenzhen, ela e o esposo se depararam com menos pessoas nas ruas e todas, praticamente, estavam usando máscaras. A preocupação em contrair a doença era tanta que população, de um modo geral não saía para comer fora e pedia o alimento em casa para evitar o contato direto com pessoas que poderiam estar com o vírus.
O que mais impressionou Taisa foi a resposta da população em seguir as regras e orientações do governo Chinês por causa da epidemia. Para ela, a prevenção foi implementada de uma forma rápida em todos os ambientes. Quem não estivesse usando a proteção poderia ser multado.
Com o avanço da doença e das mortes provocadas pelo vírus, empresas suspenderam as atividades e escolas foram fechadas. Mesmo com contrato de trabalho até o final de maio, Taisa decidiu deixar a China no dia 31 de janeiro. Como o esposo dela já tinha viagem marcada para o Canadá neste período, ela seguiu para a América do Norte no final de janeiro. Atualmente, está morando na cidade de Ottawa, no Canadá.
Sobre a preocupação na hora de mudar de cidade, Taisa comentou que a situação não foi fácil, mas buscou orientações com amigos e colegas. Ela comentou que a máscara utilizada por ela e o companheiro não era tão grossa e ela confessou que tinha medo de contrair a doença.
Ao chegar ao Canadá, Taisa e o companheiro ficaram em isolamento, por conta própria, por cerca de 14 dias.
Fonte: Portal Peperi
Jovem morre após ser jogada sem cordas durante salto de rope jump no interior de SP
Casal fica ferido em saída de pista e capotamento na SC-305
Vini Jr. marca golaço, mas Brasil só empata com Marrocos na estreia da Copa
Homem é socorrido com grave ferimento por arma branca em SMO
Resolut Odontologia avançada é destaque no Empresas e Empresários
Ação no Calçadão conscientiza população sobre o combate à violência contra a pessoa idosa em São Miguel do Oeste
Itapiranga amplia atrações no Dia D no centro da cidade
Peperi Debates discute redução da maioridade penal
São João do Oeste elabora projetos de cinco escolas para plano de contingência estadual
PM apreende mais de 118 quilos de maconha e medicamentos contrabandeados em Palma Sola
Homem ameaça dentista após negativa de atestado retroativo em São Bernardino
Fórum estadual debate políticas públicas e controle populacional de animais em Santa Catarina