A Administração Municipal de São Miguel do Oeste pagará este ano o maior valor de sua história em precatórios. Somente na última terça-feira, 11, foram pagos mais de R$ 5,2 milhões referentes à coleta de lixo na cidade no ano de 1996, que deixou de ser quitada na época. O processo judicial contra o Município teve origem durante a Gestão 1997/2000, e agora a Administração teve que pagar este precatório.
Desde o início deste ano, mais de R$ 6,4 milhões já saíram dos cofres municipais para pagar dívidas deixadas por administrações anteriores, em ações ajuizadas contra o Poder Público Municipal. Até o final de 2024, o total de precatórios pagos deve passar de R$ 11,5 milhões.
Além da coleta de lixo, as contas deixadas são de origem trabalhista e de desapropriações, entre outras. O prefeito, Wilson Trevisan, destaca que a Administração irá pagar estas contas, mas lamenta que tais dívidas não tenham sido reconhecidas no momento oportuno, no passado.
“Nossa gestão cortou gastos desnecessários, economizou e se preparou para fazer fortes investimentos, e com este montante de mais de R$ 11,5 milhões que precisaremos pagar agora, poderíamos realizar muito mais obras e ações para a população”, ressalta.
Fonte: Portal Peperi
Jovem morre após ser jogada sem cordas durante salto de rope jump no interior de SP
Casal fica ferido em saída de pista e capotamento na SC-305
Vini Jr. marca golaço, mas Brasil só empata com Marrocos na estreia da Copa
Homem é socorrido com grave ferimento por arma branca em SMO
Resolut Odontologia avançada é destaque no Empresas e Empresários
Ação no Calçadão conscientiza população sobre o combate à violência contra a pessoa idosa em São Miguel do Oeste
Itapiranga amplia atrações no Dia D no centro da cidade
Peperi Debates discute redução da maioridade penal
São João do Oeste elabora projetos de cinco escolas para plano de contingência estadual
PM apreende mais de 118 quilos de maconha e medicamentos contrabandeados em Palma Sola
Homem ameaça dentista após negativa de atestado retroativo em São Bernardino
Fórum estadual debate políticas públicas e controle populacional de animais em Santa Catarina