O governador Carlos Moisés se defendeu das menções ao seu nome na investigação da compra de 200 respiradores pelo governo do Estado e negou conhecer os investigados. A citação do governador em diálogo de dois representantes de empresas fez o caso ser remetido ao Superior Tribunal de Justiça por conta do foro privilegiado do chefe do Executivo.
Em entrevista coletiva no final da tarde desta segunda-feira, 22 o governador disse não ter feito nenhum contato com qualquer um dos suspeitos que mencionaram o termo governador em três diálogos, segundo a força-tarefa que investiga o caso.
– Frases de terceira pessoa, que remetem a alguém, sem citar sequer o nome do governador. São pessoas desconhecidas do governo do Estado, que vendem ao Brasil inteiro (...). Não houve abordagem ao governador, são ilações, não há fato concreto – afirmou Moisés.
O governador elogiou as ações de transparência tomadas à frente do governo e disse ser “o maior interessado” que o STJ analise o caso “com celeridade”. Moisés negou qualquer relação com Samuel Rodovalho e César Augustus Martinez Thomaz Braga, investigados na operação.
– Todos esses nomes eram desconhecidos dos catarinenses, e também meus. Em momento algum negociei compra de respiradores, atendi telefonemas ou conversei com alguém. Não conheço essas pessoas, não conhecia também as empresas citadas, só conheci depois nos jornais, para mim eram ilustres desconhecidas que chegaram agora para vender para o governo. E acho muito estranho alguém considerar uma mensagem encaminhada de alguém como se fosse um fato relevante dizendo que já falou com o governador, e não diz nem sequer quem é esse governador. Certamente não conversamos com ninguém – afirmou.
O governador disse que soube no dia 20 de abril de que o Estado enfrentava dificuldade para receber os respiradores comprados. A informação teria sido repassada pelo então secretário de Estado da Saúde, Helton Zeferino.
Moisés negou qualquer possibilidade de se afastar do cargo por conta da investigação remetida ao STJ. O governador disse que tinha ciência apenas da necessidade de respiradores para combater a covid-19, mas que não sabia de detalhes das compras.
– Qualquer um de nós tem ciência do que tinha que ser feito: comprar respiradores. Agora, detalhes de compra não passam pelo governador. Não passam, se vai ser feito desta ou daquela maneira... – afirmou.
Moisés disse que "não é incomum" que pessoas usem o nome do governador para dar celeridade "até mesmo a seus interesses", mas disse que o secretariado tem ciência de que não deve atender, que o Estado "não faz nenhum pleito para beneficiar empresa A, B ou C".
Fonte: Portal Peperi
Briga entre irmãos termina com um esfaqueado em Cunha Porã
Secretaria de Saúde confirma novo caso de tétano em SMO
Itapiranga recebe mais de R$ 70 mil para quase 400 castrações de animais
São José do Cedro celebra 68 anos com programação especial e participação da comunidade
Polícia Militar recupera motoneta furtada há 14 anos e prende homem por receptação em São Lourenço do Oeste
Município amplia programação do Agosto Lilás com ações na cidade e no interior
Campo Erê completa 68 anos de emancipação e celebra data com grande festa
Inquilino confessa participação na morte de idoso encontrado enterrado em Pinhalzinho
Idoso desaparecido é encontrado morto e dois inquilinos são presos em Pinhalzinho
Homem invade festa, atira e agride participantes em Dionísio Cerqueira
Homem é preso por tentativa de feminicídio em Dionísio Cerqueira
PM prende casal por tráfico de drogas em Mondaí