A defesa da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) aguarda uma manifestação do ministro da Justiça da Itália, Carlo Nordio, após a Justiça italiana decidir, na última sexta-feira, 1º, manter a prisão da parlamentar.
Segundo o advogado Fabio Pagnozzi, que representa Zambelli, a decisão foi tomada “sem base jurídica concreta”. Em entrevista ao portal R7, ele afirmou que a audiência foi longa, com duração superior a três horas e meia, e que os juízes solicitaram ouvir o ministro antes de deliberar sobre uma possível soltura. “A manutenção da prisão foi baseada em nada”, declarou.
Zambelli está detida desde a última terça-feira, 29, no presídio feminino Germana Stefanini, na região de Rebibbia, em Roma. Uma nova audiência de custódia está marcada para o dia 13 de agosto. Até lá, a defesa afirma que não pretende apresentar novos pedidos judiciais, mas acredita que o ministro da Justiça poderá negar a extradição e até conceder a liberdade da parlamentar ou medidas cautelares.
Viagem à Itália e condenação
Licenciada do mandato desde 5 de julho, Zambelli viajou para a Itália no início de junho. De acordo com sua defesa, ela teria se apresentado espontaneamente às autoridades italianas. No entanto, o deputado italiano Angelo Bonelli afirma ter sido o responsável por denunciar o paradeiro da parlamentar às autoridades locais.
Zambelli foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a dez anos de prisão, à perda do mandato parlamentar e ao pagamento de multa de R$ 2 milhões, por envolvimento na invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ela deixou o Brasil cerca de duas semanas após a condenação e permaneceu por dois meses na Itália, onde possui cidadania, até ser presa.
Prisão superlotada
Zambelli está detida no maior complexo penitenciário feminino da Itália. O presídio Germana Stefanini tem capacidade para 272 mulheres, mas abriga atualmente 371 presas, segundo o Ministério da Justiça italiano. O número de agentes penitenciários também está abaixo do ideal: são 181, frente aos 214 previstos.
A deputada ocupa uma cela com dois beliches e banheiro separado. Cada andar do presídio possui um banheiro com água quente e 12 celas. O complexo já foi administrado por freiras e recebeu visita do Papa Francisco em 2024, quando o pontífice celebrou uma missa, lavou e beijou os pés de detentas como gesto simbólico de reconciliação.
Fonte: Portal Peperi
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