O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos rejeitou, nesta segunda-feira, 13, o pedido de anistia feito pela ex-presidente Dilma Rousseff do PT. A resposta foi publicada nesta segunda-feira, 13, no Diário Oficial da União.
Dilma havia solicitado indenização de R$ 10,7 mil mais a contagem do tempo do período em que ficou presa, na década de 1970, até a promulgação da Lei de Anistia, para efeitos de aposentadoria.
A petista entrou com o pedido em 2002, mesmo ano da aprovação da lei que criou a Comissão de Anistia, vinculada ao ministério, para análise de eventuais indenizações e pensões para pessoas perseguidas no período entre 1964 e 1988. Na época, ela pediu que o processo ficasse suspenso enquanto ocupasse cargos no governo federal.
Na ação, Dilma alegou que, após ficar presa entre 1970 e 1972, foi impedida de retornar ao curso de economia na Universidade Federal de Minas Gerais. Ela também afirma que em 1977 foi forçada a pedir demissão da Fundação de Economia e Estatística, órgão ligado ao Governo do Rio Grande do Sul.
A ministra Cristiane Britto indeferiu o pedido com base no parecer dado durante a 2ª Sessão do Conselho da Comissão de Anistia, realizada em 28 de abril deste ano. O grupo argumenta que a solicitação não pode ser analisada, uma vez que a anistia foi reconhecida pelo governo gaúcho.
O governo federal destinou R$ 1,1 bilhão para o pagamento de indenizações e pensões a anistiados políticos em 2018. A maior parte dos benefícios foi paga em forma de indenizações para civis, R$ 593 milhões. O restante foi para anistiados das Forças Armadas.
A concessão de novos benefícios vem caindo ano após ano, e a ordem da gestão Jair Bolsonaro é deixar mais rígido o processo de aprovação. O valor disponibilizado ainda oscila, tendo crescido no último ano.
A quantia de R$ 1,092 bilhão destinada aos pagamentos em 2018 foi 4,8% maior que o consumido em 2017, quando a conta fechou em R$ 1,042 bilhão. Considerando todos os benefícios pagos desde 2002, os anistiados já receberam cerca de R$ 10 bilhões.
Um dos motivos seria a entrada no sistema de novos beneficiados com pensões, que passam a ser pagas de forma vitalícia, enquanto as indenizações são normalmente pagas de uma única vez. As pensões são concedidas para quem consegue provar que perdeu o emprego por perseguição política.
O auge da aprovação dos benefícios foi durante a gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), entre 2003 e 2010, quando receberam aval 86% de todos os 39 mil processos já aprovados pela Comissão de Anistia.
Fonte: Portal Peperi
Três das quatro vítimas de acidente na SC-305 são identificadas
Quatro pessoas morrem em grave acidente na SC-305 entre Campo Erê e São Lourenço do Oeste
Vereador aponta atraso em projetos de infraestrutura em Itapiranga
Itapiranga possui 50 famílias que podem ter Bolsa Família bloqueado por falta de cadastro atualizado
Justiça do Trabalho suspende demissões da Casas Bahia
Vazamentos no Centro de São José do Cedro entram em fase de reparo final
Centro dos Idosos escolhe Casal da Primavera para representar São José do Cedro
São Miguel inicia mutirão gratuito para castração de 250 cães e gatos
TCE/SC capacita municípios do Oeste para fiscalizar obras de asfalto
El Niño pode elevar preços de alimentos em SC nos próximos meses
Contran aprova novas regras para fiscalização da Lei Seca
Romelândia registra 40 focos do Aedes aegypti em 2026