A Gerência Regional da Saúde de São Miguel do Oeste está desenvolvendo diversas ações com os municípios que compõe a regional, com o objetivo de eliminar criadouros e a densidade do mosquito Aedes Aegypti.
Conforme a bióloga da Gerência de Saúde, Marciele Bogo, entre as principais estratégias estão a atualização e elaboração de um plano de contingência, que possibilita ao município ou a regional, traçar estratégias em caso de transmissão da doença, além da realização de capacitações com os agentes de combate à endemias e referente à aplicação de inseticidas.
Marciele destaca que outra atividade que vem sendo desenvolvida pelos municípios e que é uma exigência do Ministério da Saúde, é o Levantamento de Índice Rápido( LIRAa), no qual os agentes de combate as endemias visitam um número estipulado de imóveis, fazendo um levantamento de quantos criadouros do mosquito da dengue existem em cada local, definindo dessa forma o índice de infestação, classificando o município com baixo, médio ou alto risco de transmissão da dengue.
Marciele Bogo frisa que no momento os municípios de abrangência da Regional da Saúde não tiveram registro de novos casos de dengue. A bióloga ressalta que os últimos casos foram registrados no início do mês de julho.
Marciele enfatiza que de janeiro à julho deste ano, houve um período e transmissão muito alto, com cerca de 12500 casos notificados, sendo que desses, 8600 positivaram para a doença. Além disso, foram registrados 7 óbitos em decorrência da doença.
Dos trinta municípios que a Regional de Saúde de São Miguel do Oeste atende, nove estiveram em epidemia de dengue, atingindo uma taxa maior que 300 casos por 100 mil habitantes.
A Bióloga da Regional da Saúde enaltece que em razão da ausência de casos na região, é possível fazer uma organização das atividades, preparando cada município para o período de transmissão que ocorre em janeiro e fevereiro.
A altas temperaturas registradas nos meses de outubro, novembro e dezembro, acabam ocasionando um aumento na quantidade e densidade do mosquito.
Marciele Bogo enfatiza que esse é um período muito importante para se trabalhar estratégias de combate à focos do mosquito Aedes Aegypti, prevenindo novos casos de dengue na região.
Outra preocupação da Regional da Saúde é em relação a chikungunya, transmitido pela picada de fêmeas infectadas do gênero Aedes. Por se tratar de uma doença mais explosiva que aumenta de forma rápida o número de casos, e devido à dificuldade de uma melhora progressiva no paciente, é de suma importância que a população redobre os cuidados, evitando deixar água parada, lixo e entulhos jogados à céu aberto, além de manter reservatórios de água bem vedados.
Fonte: Portal Peperi
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