A Federação dos Hospitais do Estado de Santa Catarina (FEHOESC), está atenta e acompanhando de perto a problemática da falta de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) tanto adulto quanto infantil e pediátricos no estado.
De acordo com o Diretor Executivo da entidade, Braz Vieira, o problema está ligado a falta de credenciamento dos leitos de UTI nas unidades hospitalares e também por conta dos valores pagos pelo estado e união pelas vagas.
Vieira lembra que antes da pandemia o Sistema Único de Saúde (SUS) pagava diária em média R$ 2.400,00 por leito com paciente ou não, e que após a pandemia o valor caiu pela metade e somente pago se estiver sendo ocupado por paciente. Valor que é insuficiente para cobrir os custos de pessoal e estrutural dos hospitais.
O diretor comentou que a falta de profissionais também está ligada a falta de leitos nos hospitais de Santa Catarina. Para o diretor isso é reflexo também do valor pago pelo estado.
Vieira comenta que a Federação segue acompanhando a situação dos hospitais de Santa Catarina e torce para que a Secretaria de Estado da Saúde realize também o credenciamento do Hospital Regional Terezinha Gaio Basso de São Miguel do Oeste para ter UTI Neonatal.
Fonte: Portal Peperi
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