Eleições 2026 deixam nomes tradicionais da política fora do Congresso

Por Ricardo Orso, São Miguel do Oeste

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Eleições 2026 deixam nomes tradicionais da política fora do Congresso

O primeiro turno das Eleições 2026, realizado neste domingo, 4, terminou com a derrota de diversos nomes conhecidos da política brasileira. Entre eles estão senadores que buscavam a reeleição, ex-governadores, ex-ministros e políticos que tentavam retornar ao Congresso Nacional.

Em Santa Catarina, Esperidião Amin (PP) não conseguiu renovar o mandato no Senado. Com uma trajetória política iniciada na década de 1970, Amin já foi governador de Santa Catarina, prefeito de Florianópolis, deputado federal e senador.

Também ficaram sem a reeleição ao Senado Randolfe Rodrigues (PT-AP), Ciro Nogueira (PP-PI), Renan Calheiros (MDB-AL) e Vanderlan Cardoso (PSD-GO).

Renan Calheiros estava no Senado desde 1995 e já presidiu a Casa. Ciro Nogueira, por sua vez, exercia mandato desde 2011 e foi ministro-chefe da Casa Civil durante o governo Jair Bolsonaro.

Outros nomes conhecidos tentaram retornar ao Senado, mas também foram derrotados. Entre eles estão Aécio Neves (PSDB), em Minas Gerais; Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede), em São Paulo; Gleisi Hoffmann (PT), no Paraná; Roseana Sarney (MDB), no Maranhão; Benedita da Silva (PT), no Rio de Janeiro; e Paulo Pimenta (PT), no Rio Grande do Sul.

Em São Paulo, as duas vagas ficaram com Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL).

Na disputa pela Câmara dos Deputados, o ex-ministro José Dirceu (PT-SP) tentou retornar ao Legislativo, mas não foi eleito. Em Goiás, Delúbio Soares (PT), ex-tesoureiro nacional do partido, também ficou sem uma vaga.

Os novos deputados e senadores eleitos neste domingo assumem os mandatos em 2027.

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