CRAS promove ações do Maio Laranja com atividades em São Miguel do Oeste

Por Lucas Lôndero, São Miguel do Oeste

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CRAS promove ações do Maio Laranja com atividades em São Miguel do Oeste
Foto: Lucas Lôndero / Portal Peperi

A campanha Maio Laranja, voltada à prevenção e ao combate da violência e exploração sexual de crianças e adolescentes, está sendo intensificada em São Miguel do Oeste por meio de ações organizadas pelo Centro de Referência de Assistência Social (CRAS).

Em entrevista à reportagem da Peperi, a Chefe de Divisão de Proteção da Infância e Juventude, Luiza Pacovska, destacou que o foco principal da campanha é a prevenção e a conscientização da população. Segundo ela, o trabalho envolve diretamente crianças atendidas pelos serviços de convivência, além de ações educativas em escolas da cidade e do interior.

“As atividades têm como objetivo orientar, informar e também encorajar possíveis denúncias. Quando levamos essas falas técnicas até a comunidade, muitas situações acabam vindo à tona e podem ser encaminhadas corretamente”, explicou.

Programação do Maio Laranja

A programação do mês já iniciou e segue com diversas atividades ao longo de maio. Confira:

  • 07 de maio – Contação de história no CAIC

  • 12 de maio – Fala técnica no Pelotão Mirim

  • 12 de maio – Fala técnica na Linha Dois Irmãos

  • 14 de maio – Fala técnica no PAIF

  • 18 de maio – Atividade no centro da cidade

  • 19 de maio – Fala técnica no SCFV

  • 21 de maio – Fala técnica no PAIF

  • 26 de maio – Fala técnica na Linha Canela Gaúcha

Um dos destaques ocorre no dia 18 de maio, data alusiva à campanha, quando equipes do CRAS, junto com crianças atendidas pelos serviços, estarão no centro da cidade realizando a distribuição de materiais e ações de conscientização.

Ações nas escolas e comunidades

Além das atividades no perímetro urbano, o CRAS também está levando informações para comunidades do interior, como nas linhas Canela Gaúcha e Dois Irmãos. Nessas localidades, serão realizadas falas técnicas para orientar crianças, adolescentes e educadores sobre como identificar sinais de violência e abuso.

Como funciona o atendimento

Luiza também explicou como funciona o atendimento em casos de possível violência. Segundo ela, quando há uma revelação espontânea por parte da criança ou adolescente, o profissional realiza uma escuta qualificada, sem induzir respostas, e registra o relato fielmente.

A partir disso, o caso é encaminhado à rede de proteção, podendo seguir para serviços de média complexidade quando necessário.

“O papel do CRAS é principalmente prevenir e conscientizar. Mas quando identificamos situações de violação de direitos, fazemos os encaminhamentos para garantir a proteção dessas crianças e adolescentes”, reforçou.

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