O número de cidades com eletropostos públicos para a recarga de veículos elétricos deve subir para 100 até o final do ano. A expansão foi anunciada pela Celesc e contempla a região extremo-oeste. O objetivo faz parte do projeto Corredor Elétrico, que quer contemplar cada vez mais o território catarinense com espaços onde é possível recarregar os veículos por um custo mais baixo. Atualmente, 38 municípios catarinenses possuem esse serviço. O chamado Corredor Elétrico tem como foco incentivar a inserção de veículos elétricos no Brasil, com estímulo à modernização da frota. A Celesc quer que Santa Catarina tenha um eletroposto a cada 50 quilômetro dentro do território, sendo que o primeiro foi instalado em novembro de 2016.
Atualmente, Santa Catarina tem 38 pontos de carregador de veículos elétricos de dois tipos: o rápido e o semirrápido. São Miguel do Oeste tem um eletroposto de carregamento semirrápido no Bono Atacado e Varejo. Para utilizar o eletroposto, é necessários escanear o QR Code no próprio local onde ele está inserido, ou pelo aplicativo Eletroposto Celesc. No semirrápido, como é o caso de São Miguel, o custo da energia é de R$ 1,99 por kilowatts. Segundo a Celesc, a tarifa passou por uma redução recente de 10 por cento aplicada pela companhia para “incentivar a mobilidade de baixa emissão no Estado”. Já nas estações rápidas, o valor é de R$ 2,29 por kilowatts. O valor arrecadado é revertido para a operação do sistema, manutenção dos equipamentos e suporte ao cliente.
O extremo-oeste vai receber mais cinco pontos de carregamento de veículos elétricos no projeto de expansão do Corredor Elétrico da Celesc. Um deles será instalado em São Miguel do Oeste. As demais cidades beneficiadas com a instalação de eletropostos são Dionísio Cerqueira, Itapiranga, Maravilha, São José do Cedro e São Lourenço do Oeste. De acordo com o gerente regional da Celesc, Sandro Valmorbida, esse tipo de investimento é necessário para atender a demanda dos carros elétrico que já somam 30 mil unidades do estado.
O gerente da Celesc disse ainda que desde 2015 foram realizadas 77 mil recargas no estado com o fornecimento de 1 milhão de kilowatts. “Esse tipo de energia impediu a emissão de quase 900 toneladas de CO2 com benefícios diretos para o meio ambiente e para a economia local”, completou Sandro.
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