A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, 15, a Proposta de Emenda à Constituição que prevê assistência financeira complementar da União aos estados, ao Distrito Federal, aos municípios e às entidades filantrópicas para o pagamento dos pisos salariais do enfermeiro, do técnico de enfermagem, do auxiliar de enfermagem e da parteira. A matéria segue para o Senado.
Votado em dois turnos na mesma sessão, o texto estabelece que o superávit financeiro dos fundos públicos do Poder Executivo será usado como fonte de recursos para o cumprimento dos pisos. De acordo com texto da relatora, deputada Alice Portugal do PCdoB baiano, poderão ser destinados recursos dos fundos públicos do Poder Executivo, apurados ao final de cada exercício, nos exercícios financeiros de 2023 a 2027.
O texto inclui a ampliação da concessão do auxílio financeiro aos prestadores de serviços contratualizados que atendam, no mínimo, 60% de seus pacientes pelo Sistema Único de Saúde. A matéria prevê ainda a possibilidade de uso de parcela dos recursos do Fundo Social a ser aplicada na área de saúde, como forma de criar uma fonte permanente para o pagamento do auxílio financeiro para o cumprimento do piso da enfermagem.
Em relação aos impactos do auxílio financeiro nos limites de despesa com pessoal, haverá um período de transição para que os limites sejam contabilizados no prazo de 11 anos após a entrada em vigor da medida, considerando sem impacto o primeiro ano e com aumento de 10% da contagem desse impacto nos dez anos seguintes.
O piso salarial para enfermeiros foi aprovado em agosto pelo Congresso Nacional no valor de R$ 4.750, sendo 70% desse valor, R$ 3.325 aos técnicos de enfermagem e 50% R$ 3.325 aos auxiliares de enfermagem e parteiras.
No entanto, no mês seguinte, o Supremo Tribunal Federal suspendeu o piso ao atender a Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos e Serviços. Na ocasião, o ministro Luís Roberto Barroso afirmou que a decisão foi tomada porque era preciso uma fonte de recursos para viabilizar o pagamento do piso salarial.
Segundo o ministro, hospitais particulares estavam realizando demissões por antecipação. Além disso, obras sociais, santas casas e prefeituras relataram que não têm recursos para fazer o pagamento do piso.
Fonte: Portal Peperi
Tunápolis valoriza Porto Novo na Semana de Incentivo à Leitura e à Cultura
33ª Oktoberfest de Santa Terezinha será realizada no dia 31 de outubro
PM alerta para aumento de furtos de camionetas Hilux no Extremo-Oeste
Voos entre SMO e Florianópolis serão às segundas e sexta-feiras; veja onde comprar
Presidente da Câmara defende cautela em projetos para criação cargos em Itapiranga
Outubro Rosa amplia atendimentos e exames preventivos em São José do Cedro
Curso de psicologia da UCEFF promove atividade sobre vínculo terapêutico com participação de cães
Itapiranga e São João do Oeste recebem comitiva alemã para roteiro cultural
Câmara de São José do Cedro recebe cinco projetos e homenageia estudantes e atletas
Itapiranga investe mais de R$ 450 mil em programa de melhorias em propriedades
Mulher de 21 anos é presa por tráfico de drogas em São Miguel do Oeste
Inscrições para vagas em creches de SMO começam na segunda-feira