Carlo Ancelotti terá bastante dificuldades no intervalo de um ano que separa a estreia do técnico no comando da Seleção Brasileira até a Copa do Mundo. Nesta quinta-feira no estádio Monumental de Guayaquil, o Brasil repetiu as apagadas atuações recorrentes deste ciclo e não saiu do empate por 0 a 0 com o invicto Equador dentro de casa. Na próxima terça-feira, em São Paulo, o adversário é o Paraguai, na Neo Química Arena. Caso a Colômbia derrote o Peru, toma a quarta posição do Brasil na tabela das Eliminatórias.
Marquinhos, Bruno Guimarães e Vini Jr eram os únicos remanescentes do 4 a 1 sofrido contra a Argentina, a última lembrança deixada por Dorival Júnior. O desentrosamento, portanto previsível e acentuado por apenas dois treinamentos sob nova direção, foi visível. Poucas foram as ações capazes de sugerir uma nova ideia de jogo.
A marcação eventualmente alta gerou a única conclusão do Brasil no primeiro tempo. Estêvão roubou a bola no ataque, tocou para Gerson, mas o meia, nem de longe o dono do meio-campo do Flamengo, titubeou em chutar. Ela sobrou para Vini, o atacante bateu rasteiro para a defesa do goleiro defendeu. Em outro lance fortuito Vanderson também poderia ter arriscado, mas ficou no quase.
De resto, pouco ou quase nada além de uma cabeceada de Casemiro por cima foi o que tentou o time brasileiro. Verdade que atrás não houve apuros para a defesa. Alexsandro, o debutante na equipe, ao lado do capitão Marquinhos foi correto e firme quando preciso.
O jogo modorrento na primeira metade conseguiu piorar após o intervalo. Eram quase 20 minutos da segunda etapa quando Ancelotti resolveu trocar as primeiras peças. Logo depois de uma furada em bola, Richarlison saiu junto com Estêvão para as entradas de Matheus Cunha e Gabriel Martinelli.
Somente aos 30 o Brasil levou perigo. Vini fez boa jogada pela esquerda e rolou para trás. Gerson abriu as pernas para Casemiro chegar batendo, mas o chute saiu fraco e Galíndez defendeu tranquilo. Andrey Santos na vaga de Gerson foi a terceira tentativa do italiano em dar ânimo à equipe.
Do outro lado o Equador sentiu a falta de Valencia e Plata e só concluiu com arremates de fora da área sem grandes sustos para Alisson. Até o fim, ninguém mais criou muita coisa a ponto dos torcedores anteciparem a saída do estádio.
Depois do jogo contra o Paraguai na próxima semana, restará mais uma data Fifa com as duas últimas rodadas. O Brasil vai receber o Chile e encerra diante da Bolívia, fora de casa, ambas as partidas no mês de setembro. A partir de então só amistosos para Ancelotti tentar dar uma cara para a Seleção Brasileira. Certamente o italiano terminou a quinta-feira preocupado. Principalmente se assistiu Espanha 5 x 4 na França pela Liga das Nações.
O primeiro Brasil de Ancelotti teve: Alisson, Vanderson, Marquinhos, Alexsandro e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães (Andreas Pereira) e Gerson, Estêvão (Gabriel Martinelli), Richarlison (Matheus Cunha) e Vini Jr.
Fonte: Portal Peperi
Coordenadora detalha mobilização do Hospital Regional após tragédia na SC-492
São Miguel do Oeste abre chamada pública para contratação temporária de professores
74 municípios de SC têm menos eleitores do que em 2022
Mais de 3 mil imóveis seguem sem energia após temporal no Vale do Itajaí
Brasil registra mais de 27 mil mortes em acidentes de trabalho em dez anos
Turista holandês morre após embarcação virar durante passeio nas Cataratas do Iguaçu
APAE de São João do Oeste recebe recursos extras e amplia atendimento aos alunos
São Miguel do Oeste entrega kits de artesanato para grupos de mulheres
Operação intensifica fiscalização do transporte agropecuário em Palmitos e São Carlos
Governo prorroga Novo Desenrola Brasil até 31 de agosto
Gaeco investiga influência de facção nas eleições de 2024 em Itapoá
Vizinho ouve gritos e homem é resgatado após oito horas soterrado em SC