O empresário catarinense Luciano Hang, dono das lojas Havan, é ouvido nesta quarta-feira, 29, pela CPI da Covid-19. Hang é suspeito de financiar a divulgação de notícias falsas sobre tratamentos sem eficácia para Covid-19 (acompanhe abaixo).
Luciano Hang chegou ao Senado por volta das 10h. Ele estava acompanhado dos senadores Jorginho Mello (PL-SC) e Marcos Rogério (DEM-RO). O filho do presidente e senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) também acompanhou Hang.
— Eu peço para as autoridades para ter liberdade de expressão. O que eu peço para esse Senado é que me deixem falar [...] Talvez hoje seja o melhor dia da CPI — disse Hang em uma coletiva minutos antes do início da sessão.
O relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), também se pronunciou antes da sessão. Ele chamou Hang “bobo da corte” e afirmou que esperava um depoimento tranquilo.
Após o início da sessão, o empresário não assinou o termo de compromisso de falar a verdade. Seu advogado justificou a ação dizendo que Hang é tratado como investigado.
Em seus 15 minutos de fala inicial, Hang disse que não é negacionista, nem anti-vacina e não faz parte do "gabinete paralelo". Ele afirmou também ser perseguido “por dar a sua opinião”.
— Meu nome foi mencionado nessa CPI diversas vezes, muitas vezes de forma desrespeitosa. Eu nunca pedi habeas corpus. Eu nada devo, não fiz nada de errado, e a CPI não tem provas contra mim — falou.
Fonte: Portal Peperi
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