Técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendaram a aprovação do uso emergencial da Coronavac em crianças de 3 a 5 anos, exceto nas imunocomprometidas.
Os técnicos entendem que, apesar de ainda haver algumas lacunas de dados referentes à Coronavac, as evidências científicas disponíveis sugerem que há indicativos de benefícios para uso da vacina na população pediátrica.
Dessa forma, eles orientam a aplicação do imunizante em crianças de 3 a 5 anos, exceto nas imunocomprometidas, em um esquema de duas doses com intervalo de 28 dias.
No caso de aprovação, a área técnica também sugere compromissos por parte do Instituto Butantan, como apresentação e avaliação criteriosa dos dados de estudos clínicos controlados que estão em andamento e também a inclusão da faixa etária na farmacovigilância ativa.
A recomendação foi apresentada em reunião da agência nesta quarta-feira (13), em que a diretoria colegiada da Anvisa debate se autoriza o uso emergencial da Coronavac em crianças de 3 a 5 anos.
O pedido de ampliação da faixa etária na bula do imunizante estava em análise desde 11 de março, quando o Instituto Butantan fez uma nova solicitação à agência reguladora. Antes de dar seu aval, a Anvisa pediu ao laboratório a submissão de dados complementares.
Os técnicos continuaram trabalhando no processo, mas a contagem do prazo de sete dias úteis que a agência teria para avaliar o caso foi suspensa. Desde então, diversas reuniões entre a Anvisa, o Butantan e entidades médicas foram feitas.
Ao longo dos últimos meses, a Anvisa enfrentou pressão de grupos de pais, que se queixavam da espera. No último mês, os hospitais tiveram aumento de internações de crianças menores de cinco anos por Covid-19. O Brasil tem registrado uma média de duas mortes diárias pela doença entre crianças mais novas.
Fonte: Portal Peperi
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